Saltar para o conteúdo
Inferências

A(nota) mentos - BarreiroAeroporto low cost no Montijo
É tempo fazer ouvir voz da região de Setúbal

Segundo o jornal «Sol» um grupo técnico tem que apresentar ao Governo, dentro de três meses, uma proposta sobre a opção para o futuro aeroporto low cost, sendo as bases aéreas do Montijo e de Sintra aquelas que são apontadas como favoritas.
Urge, pois, nesta hora, que as vozes da região se ergam em defesa da opção Aeroporto low cost no Montijo, sendo esta medida, também indissociável da construção da ponte Barreiro-Montijo e da ponte Barreiro-Seixal .

3 min de leitura
A(nota) mentos - Barreiro Aeroporto low cost no Montijo É tempo fazer ouvir voz da região de Setúbal

Por Jornal Rostos

Segundo o jornal «Sol» um grupo técnico tem que apresentar ao Governo, dentro de três meses, uma proposta sobre a opção para o futuro aeroporto low cost, sendo as bases aéreas do Montijo e de Sintra aquelas que são apontadas como favoritas.
A primeira voz que escutei a alertar para a importância da base aérea do Montijo foi de Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, levantando, o autarca, o assunto em torno de uma reflexão sobre a proposta apresentada pela da Lusoponte de construção da Ponte Barreiro – Montijo.

O novo Aeroporto de Lisboa em Alcochete está congelado. A construção da Terceira Travessia do Tejo está congelada.
Mas, as linhas estratégicas apontadas no PROT-AML de criação da «cidade de duas margens» continua a ser um objectivo de ambição regional e nacional.
Está na hora de Lisboa crescer e abrir os braços à margem sul.
Está na hora de enterrar as visões daqueles, que, quando falam da margem sul, apenas vêem um deserto, sem hospitais, sem pessoas.
Urge, pois, nesta hora, que as vozes da região se ergam em defesa da opção Aeroporto low cost no Montijo, sendo esta medida, também indissociável da construção da ponte Barreiro-Montijo e da ponte Barreiro-Seixal .
Como dizia o presidente da Câmara Municipal do Barreiro – “quem não tem cão, caça com gato”!
Os interesses que existem na margem norte, certamente, vão unir-se e lutar para afirmar a opção de Sintra – unindo certamente vozes que irão de Cascais até Peniche ( retomando as ideias expressas até no Plano Estratégico do Oeste), e, nós, nesta margem sul, será que vamos ficar calados e a olhar para vermos os aviões a voar lá para as zonas de Sintra?
E, nós, de Almada a Grândola, do Barreiro a Santiago do Cacém, ou, de Setúbal até Sines, até mesmo do Montijo a Vendas Novas, vamos ficar em silêncio.
Urge pois que se inicie o debate.
Urge que as vozes dos eleitos na Assembleia da República pelo Distrito de Setúbal façam ouvir as suas opiniões.
Urge que os autarcas, todos os autarcas, comecem a expressar as suas opiniões.
Já que tudo está congelado, aquilo que estava prometido, como janela de esperança para o desenvolvimento e crescimento da região de Setúbal e do Litoral Alentejano, então, que seja corrigido o caminho e que a opção Montijo aeroporto low cost, seja, afinal, uma nova janela de esperança que contribua para dar um novo ânimo a uma região que, já hoje, começa a sentir os efeitos do desemprego e do desinvestimento.

António Sousa Pereira

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção