Diz que é uma espécie…de BLOGUE DE NOTAS do BarreiroECO – DESAFIO- Barreiro uma referência nacional
Esta experiência devia ser objecto de análise pela ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses de forma que esta entidade estudasse com o Governo a implementação de um protocolo visando a sua dinamização por todo o país.

Por Jornal Rostos
Numa sessão realizada nas instalações da Associação dos Bombeiros Voluntários do Barreiro – Corpo de Salvação Pública foi apresentado um balanço do Programa ECO-DESAFIO, que envolve oito associações do concelho do Barreiro na produção de micro-energia.
Mais uma vez, o Barreiro desenvolve um projecto que pode ser assumido como pioneiro e uma experiência que devia ser dinamizada por todos o país.
Afinal, segundo a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, são cerca de 30.100 Colectividades que existem actualmente no país.
Podem todas, nas suas instalações não ter condições para desenvolver o projecto, mas, certamente, serão milhares aquelas que possuem instalações e equipamentos, onde com um investimento mínimo – numa acção que devia ser equacionada conjuntamente pelo Governo e Autarquias – podiam ser produtores de micro energia, utilizando esse bem que é o Sol, e, dele, retirar apoio ao desenvolvimento social.
Beneficiavam as comunidades – porque o lucro desta produção era aplicado em actividades de enriquecimento da vida social.
Beneficiava o país: importando menos energia, reduzindo a produção de C02, e promovendo uma cultura ambiental moderna.
Esta experiência do Barreiro, pioneira, devia ser erguida bem alto, como uma bandeira de referência da actividade inovadora promovida pela Câmara Municipal do Barreiro.
Esta experiência devia ser valorizada, promovida pelos órgãos de comunicação social e, até, devia ser objecto de um pedido de reunião da autarquia ao Secretário de Estado do Ambiente, de forma a avaliar a experiência e ser estudada a possibilidade de multiplicar pelo país.
Esta experiência devia ser objecto de análise pela ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses de forma que esta entidade estudasse com o Governo a implementação de um protocolo visando a sua dinamização por todo o país.
O Barreiro deve ter orgulho neste projecto e devia colocar como estratégia futura, continuar a sua implementação, porque esta é uma forma concreta, objectiva de dar apoio ao Movimento Associativo e, simultaneamente, criar condições para que existam associações autónomas e com condições de serem motores de desenvolvimento local.
António Sousa Pereira













