Carreira 7Discurso da “cassete” faz tradição no Barreiro…

Por Jornal Rostos
Um facebook é um mundo. Até já há quem pense que o facebook ocupa o espaço da imprensa on line. Coisas.
Um destes dias mantivemos uma troca de palavras com Alexandrina Vieira, que vive em Ourém, companheira do Mestre João Martins, um artista plástico e poeta da Baixa da Banheira.
Diz-nos que é uma leitora assídua do Rostos on line. Aqui fica o registo e a nossa saudação.
Nós sabemos que são muitos os naturais da região de Setúbal que, por todo o país e pelo mundo, nos acompanham diariamente, matando saudades e mantendo-se informados sobre as nossas vivências quotidianas.
Uma admiração especial pelo Lavradio.
Nuno Santa Clara Gomes, Vereador independente na Câmara Municipal do Barreiro, tem uma admiração especial pelo Lavradio.
De tal forma respeita a comunidade Lavradiense, a sua autonomia e características especificas que, sendo responsável pela área dos Mercados Municipais, a sua deslocação ao Mercado do Lavradio sublinha, com um sorriso maroto, não o faz sem “ter prévia autorização”.
“Informo sempre o presidente da Câmara” – comenta, com ar de brincadeira, porque o Lavradio, pelos vistos, é muito especial.
«Cassete somos nós»
Na última reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro registámos um diálogo que ficou nos “apontamentos”, e agora, vamos partilhar com os nossos leitores.
Nuno Banza, PSD, defendia os seus pontos de vista sobre a Greve Geral, defendia o Direito à Greve e também o Direito ao Trabalho, para aqueles que não estivessem de acordo com a Greve.
O autarca criticava que fossem usadas manobras para impedir o acesso dos trabalhadores aos locais de trabalho, referindo que na anterior Greve foi colocado silicone nas fechaduras de forma a impedir a aberturas das portas.
Amílcar Romano, PS, criticava Nuno Banza, dizendo-lhe “Nuno Banza perdeu a cabeça” e sublinhava que estava a utilizar uma “cassete” de ataque ao Governo de José Sócrates.
Sofia Martins, PCP/CDU; num à parte, comentou para Amílcar Romano: “Cassete somos nós”.
Amílcar Romano respondeu-lhe: “Ele aprendeu depressa”.
Em conclusão, o discurso da “cassete” faz tradição no Barreiro…













