Carreira 7Os jovens angolanos estão a descobrir o Barreiro
Aqui fica um registo, como é natural, ali, no centro do Barreiro, junto ao «ponto de encontro» da juventude barreirense, a Estátua de Alfredo da Silva.

Por Jornal Rostos
Abril está a chegar ao fim. Já cheira a Maio. Estes dias de Abril e Maio são de uma grande intensidade emocional. São dias com fortes recordações.
Sente-se a Primavera. Sente-se que os dias começam a crescer.
A fotografia que editamos hoje, é um registo ocasional, numa viagem pelos dias do Barreiro.
Eles estão a viver no Barreiro. Um conjunto de estudantes angolanos.
Eles vão percorrendo as ruas da cidade e procurando conhecer os cantos da casa.
Aqui fica um registo, como é natural, ali, no centro do Barreiro, junto ao «ponto de encontro» da juventude barreirense, a Estátua de Alfredo da Silva.
Eles posaram com um sorriso. Aqui fica com um abraço e os votos que, como já alguém disse – “apaixonem-se pelo Barreiro”.
Encontrei a Isabel Seruca, artista plástica do Barreiro, uma grande senhora das artes que merecia, sem dúvida merecia, um destes dias, ser motivo de uma grande exposição retrospectiva da sua bela obra.
Contou-me que continua a trabalhar activamente, e está a produzir obras de arte, com tetra-pack (os materiais dos pacotes de leite).
Para divulgar o seu mais recente trabalho, no Café Ti’Maria, na Avenida Alfredo da Silva, ali, no centro da cidade, estão expostas algumas das suas criações.
Visite. Vale a pena.
Numa ida a Santo António da Charneca, encontrei o Fernando Tavares Marques. Não o via há muitos anos. Continua na mesma, jovem e dinâmico.
Deixou-se um convite para um destes dias ir ver o seu actual espectáculo, que está em cena no Auditório Municipal Lourdes Norberto, em Linda-a- Velha.
Fernando Marques, faz o papel de Moliére, na peça, «George Dandin» ou «Um casamento conveniente ???», de Moliére, levada a cena pelo Grupo de Teatro Intervalo.
Ficámos de conversar. Fernando Marques, por vezes, entra-nos em casa, com a sua presença regular em telenovelas. É um homem do Barreiro, com raízes no Barreiro, um dos muitos nomes que esta terra deu ao mundo das artes.
Fui, ontem, até ao Pavilhão do Fabril. A festa prometia ser viva e foi muito calorosa.
Foi muito agradável ver os miúdos a confraternizar e a gritar puxando pelos primodivisionários.
Os adeptos do clube ocorreram em massa para saudar a equipa de futsal que subiu à 1ª Divisão Nacional.
Esta é a segunda equipa do distrito de Setúbal que conquista um lugar na divisão máxima do futsal. Agora, no novo patamar vão crescer as exigências.
Será preciso calma e ponderação porque a vida está muito difícil, mas o Fabril é um clube com muita esperança e, neste ano que comemora os seus 75 anos de vida, esta subida à 1ª Nacional é, sem dúvida, uma bela prenda.
S.P.
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