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Inferências

Carreira 7- BarreiroUma verdadeira «lição de vida»

. No Barreiro 110 novos casos por ano de cancro da mama

Uma mulher hoje com 65 anos, que, aos 39 anos detectou, por apalpação, algo estranho no seu peito, deu o seu testemunho, ontem na SFAL, numa iniciativa para alertar para o cancro da mama.

“Tirei o peito tinha 39 anos. Ainda aqui estou. E estou pronta para vencer e lutar contra a doença. Não tenham medo de ir ao médico” – sublinhou.

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Carreira 7- Barreiro Uma verdadeira «lição de vida»

Por Jornal Rostos

Ontem assisti, na SFAL, a uma verdadeira «lição de vida», no evento promovido pela Associação de Mulheres com Patologia Mamária, de sensibilização para os problemas do cancro da mama e a importância do diagnóstico precoce.

Francisco Gouveia, da Unidade de Saúde Pública do Lavradio, recordou que esta é a primeira causa de morte das mulheres com idades entre os 35 e 55 anos e a segunda causa de morte de mulheres, em Portugal .
Uma sala muito bem composta com perto de uma centena de pessoas, tantas, quanto aquelas que entregaram na SFAL um soutien, num gesto de solidariedade, que agitou a opinião pública local.
Uma sessão que alertou para a importância da prevenção, porque, todos os dias são detectados casos.
E, foi referido que 95% das mulheres que devido ao diagnóstico precoce são acompanhadas pela intervenção clinica ao fim de 5 anos continuam vivas e a partilhar o seu sorriso.
Foi isso que transmitiu no seu testemunho uma mulher hoje com 65 que aos 39 anos detectou, por apalpação, algo estranho no seu peito.
“Tirei o peito tinha 39 anos. Ainda aqui estou. E estou pronta para vencer e lutar contra a doença. Não tenham medo de ir ao médico” – sublinhou.

Enquanto a sessão decorria no exterior da colectividade estavam expostos mais de 100 soutiens, fruto de um gesto solidário de mulheres que decidiram colaborar na iniciativa de sensibilização e alerta para esta temática.
“Que fazem aqueles soutiens pendurados nas paredes da SFAL?” – perguntavam as pessoas.
“É por causa do cancro da mama” – respondiam.
Era um quadro vivo de partilha, de alerta, dando força à frase que se lia, em grandes letras vermelhas, nas montras do Café Bar da SFAL : “Porque existe amanhã!”.

E para fechar, aquele momento, de concerto meditativo com taças tibetanas, que não assisti, mas que partilhei uns momentos finais, proporcionou-me uma experiência única, inesquecível, ao sentir os sons percorrer o corpo e viver uma sensação agradável de leveza e libertação de energia.
Foi muito bonito. Não vou esquecer.

S.P.

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