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Inferências

PELO QUARTO ANO CONSECUTIVO A TOYOTAÉ RECONHECIDA COMO «MARCA DE CONFIANÇA» EM PORTUGAL

A Toyota mereceu novamente a distinção de marca automóvel de confiança dos portugueses 2013 segundo a votação dos leitores da revista Selecções do Reader’s Digest. Este barómetro que anualmente audita a opinião do consumidor português sobre a confiança que depositam nas variadas marcas permite identificar os produtos e serviços de maior relevância para a vida das pessoas, fruto da sua qualidade e fiabilidade intrínseca.

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PELO QUARTO ANO CONSECUTIVO A TOYOTA É RECONHECIDA COMO «MARCA DE CONFIANÇA» EM PORTUGAL

Por Jornal Rostos

Ocupando o lugar de destaque desde 2010, altura em que a Toyota é eleita Marca de Confiança pela primeira vez - após vários anos como segunda marca dos portugueses no setor automóvel -, nesta edição, os portugueses mantiveram a sua escolha de confiança na Toyota com 24% dos votos, que alcança uma distância de 12 pontos percentuais para a segunda marca mais votada.

Esta considerável diferença para a segunda classificada revela-se constante nos últimos 3 anos, demonstrando a consistência do estudo perante a atuação da marca ano após ano.
Segundo o mesmo inquérito, os consumidores apontam como características necessárias para se alcançar o estatuto de Marca de Confiança, entre outras, a oferta de produtos e serviços de grande qualidade; a credibilidade e fiabilidade; um bom atendimento e serviço; a deteção e resposta às necessidades dos clientes; e por fim a experiência pessoal da marca. Neste contexto, com esta eleição a Toyota vê reconhecida a sua atuação de organização e marca em prol da satisfação dos clientes.

Juntamente com Portugal, a Toyota foi ainda marca de confiança nos mercados da Finlândia e Rússia, figurando no top 3 em vários outros mercados na Europa.
O estudo Marcas de Confiança é conduzido anualmente pela Revista Selecções do Reader’s Digest em vários países. Em Portugal, esta edição contou com uma amostra de 11.811 assinantes da revista que foram convidados a responder por via postal ao inquérito composto por perguntas abertas, voto direto e sem sugestão. A taxa de participação foi de 8% devolvendo uma margem de erro de 3,1%.

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