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Inferências

Arménio Carlos líder da CGT-IN no Barreiro exigiu marcação de eleiçõesPara ver se os portugueses dão ao Governo uma moção de confiança ou de censura

. Barreiro e Moita estão "sempre na primeira linha na defesa dos serviços públicos"

Arménio Carlos, líder da CGT-IN que participou na concentração, salientou que é necessário a "mudança de Governo" e a "mudança de politicas" acusando o Governo de apostar num "retrocesso social e civlizacional", referindo que o Governo se tornou "um inimigo público" do país.

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Arménio Carlos líder da CGT-IN no Barreiro exigiu marcação de eleições Para ver se os portugueses dão ao Governo uma moção de confiança ou de censura

Por Jornal Rostos

Algumas centenas de trabalhadores das autarquias dos concelhos do Barreiro e Moita participaram estamanhã numa manifestação que culminou numa concentração junto à Rotunda do Lavradio, protestando contra as medidas que o Governo pretende implementar na função pública e exigindo a demissão do Governo.

Não nos cansamos de exigir a demissão de um governo moribundo

Luis Leitão, Coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal, hoje, no decorrer da concentração de trabalhadores das autarquias da Moita e Barreiro, junto à Rotunda do Lavradio, sublinhou que esta é - "a resposta dos trabalhadores do STAL" que vão continuar e "não nos cansamos de exigir a demissão de um governo moribundo".

Governo que já "não tem base sustentável que o suporte"

Arménio Carlos, líder da CGTP-IN, salientou que os trabalhadores do Barreiro e Moita estão "sempre na primeira linha na defesa dos serviços públicos".
O líder da Intersindical contestou a decisão do Presidente da República de manter o Governo que já "não tem base sustentável que o suporte" e "que continua a colocar a colocar a democracia" como sendo "um refém da troika".
O líder da CGTP referiu que o Governo se tornou "um inimigo público" do país.

Não aceitamos aumento de horas de trabalho nem na função pública, nem no privado

Arménio Carlos salientou que é necessário a "mudança de Governo" e a "mudança de politicas" acusando o Governo de apostar num "retrocesso social e civlizacional".
Alertou que o aumento dos horários de trabalho na função pública é para abri o caminho de aumento de horário de trabalho no sector privado - "não aceitamos aumento de horas de trabalho nem na função pública, nem no privado".

Eleições para ver se os portugueses lhes dão uma moção de confiança ou de censura

No final da concentração Arménio Carlos, em declarações aos órgãos de comunicação social, sublinhou que - "independentemente das remodelações ou das eventuais moções de confiança, o Governo não tem a credibilidade nem o apoio da maioria dos portugueses"
O dirigente da CGTP lançou o desafio de marcação de eleições antecipadas, para o Governo poder testar perante o país - "se os portugueses lhes dão uma moção de confiança ou de censura".

Este Governo destruiu cerca de 500 mil postos de trabalho

"Este Governo destruiu cerca de 500 mil postos de trabalho, colocou o país com 1,5 milhões de desempregados, levou ao encerramento de muitas empresas, acentuou as desigualdades e está a tentar destruir as funções sociais do estado" - salientou Arménio Carlos e acrescentou que - "as alterações no Governo não vão mudar a situação do país, vai ser mais do mesmo, mas para pior ainda".

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