Sindicalista Daniel Cabrita do BarreiroUm rosto activo no 1º de maio de 1974

Por Jornal Rostos
No filme é evidente que o barreirense Daniel Cabrita, tem um papel de bastidores essencial na organização deste evento histórico.
Hoje Dia 1º de Maio do ano 2020, aqui fica este registo com um grande abraço a Daniel Cabrita.
E, também recordamos a noticia do reencontro entre Adelino Gomes e Daniel Cabrita, este ano no Barreiro.
LER NOTICIA
https://www.rostos.pt/postais/15001003-adelino-gomes-reencontrou-daniel-cabrita-no-barreiro
Adelino Gomes reencontrou Daniel Cabrita no Barreiro
Recordou um episódio do 1º de Maio de 1974
Adelino Gomes reencontrou Daniel Cabrita no Barreiro
Recordou um episódio do 1º de Maio de 1974
Adelino Gomes, jornalista, a voz conhecida de todos que acompanharam o dia 25 de Abril pela rádio, esteve hoje no Barreiro, na Baía do Tejo, na inauguração da exposição de cartazes de Pacheco Pereira.
Um momento que acabou por proporcionar um reencontro com Daniel Cabrita e reviver o dia 1º de Maio de 1974.
Enquanto é aguardado o momento de «inauguração», os convidados vão visitando o espaço e conversando. Escuta-se o som da canção de Zeca Afonso – O que faz falta é agitar a malta.
Adelino Gomes entrou, com sua esposa. Conversa. Troco breves palavras com Daniel Cabrita. De repente, Adelino Gomes dirige-se a Daniel Cabrita.
Cumprimenta-o. E conta-lhe um episódio que guardou na sua memória.
No dia 1º de Maio de 1974. Estava no Estádio, refere. A certo momento Daniel Cabrita diz-lhe: “Tens que ir lá para cima, apresentar a sessão”.
Adelino Gomes, salienta que ficou surpreendido, não tinha esse hábito de apresentador. Mas Daniel Cabrita insistiu e lá foi para a tribuna, onde apresentou o comício, dando a palavras aos vários oradores, entre eles Mário Soares e Álvaro Cunhal.
Adelino Gomes, disse: “E foi assim, que ali estive a apresentar, graças a si”.
Eu comentei: “Foi assim que inscreveu seu nome na história do maior comício da história de Portugal”.
Daniel Cabrita, comentou: “Não recordo. Obrigado!”.
Abraçaram-se. Despediram-se.
Eu comentei. Vou registar esta memória, aqui no jornal local.
Afinal, este é um episódio vivo de muitas memórias que demonstram o que foi a espontaneidade e o voluntarismo, fazer por entrega e amor, como foram feitos os dias de Abril e o nascer da Liberdade em Portugal.
António Sousa Pereira
VER FOTOS
https://www.facebook.com/pg/jornalrostos/photos/?tab=album&album_id=10157071284592681














