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Rostos 12º aniversário - BarreiroA palavra - seja ela dita, escrita ou pensada, é uma arma
Por Diogo Coelho

Para comemorar o 12º aniversário do Jornal Rostos eu, enquanto um recente apoiante e colunista, aproveito para reforçar algo que considero essencial para o melhor entendimento do ser humano: "a palavra". O uso dela é eterno e quando bem aplicada torna-se o melhor remédio para qualquer mal, com ela é possivel enfrentar qualquer adversidade.

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Rostos 12º aniversário - Barreiro A palavra - seja ela dita, escrita ou pensada, é uma arma Por Diogo Coelho

Por Jornal Rostos

Às vezes é complicado recordar certos momentos. Alguns desvanecem sem deixar rasto, outros teimam em se esconder e nunca se revelar. Às vezes basta um "click" para nos lembrarmos de todo os instantes daquele momento, desde a cor do céu ao mais infimo detalhe às vezes desvalorizado. Outras vezes nem sabemos bem se terão ocorrido. Recordar a minha experiência inicial a escrever para o Jornal Rostos faz parecer uma eternidade quando apenas se passaram cinco meses. Falo da minha primeira crónica em Agosto. Lembro-me, e aqui usarei uma frase bastante sobrevalorizada, como se fosse "ontem". Ao surgir esta oportunidade, sentei-me e divaguei, durante tanto tempo quanto recordo, sobre qual seria o tema da primeira crónica. Para mim sempre foi o mais dificil. Não o texto em si, mas o primeiro momento, o primeiro instante em que a ideia surge e necessita rapidamente de ser aplicada.
Escrever para o Jornal Rostos obrigou-me a pensar mais e melhor, a desafiar-me em termos criativos e a procurar as melhores soluções e nunca as mais fáceis. Pois isso é um caminho em direcção ao futuro, não o mais rápido mas o mais justo e sempre com o olhar atento e desperto para o que poderá acontecer, para a necessidade constante de adaptação e com o desejo sempre presente de dar o melhor e de não contentar apenas com o cumprimento do dever.
Para comemorar o 12º aniversário do Jornal Rostos eu, enquanto um recente apoiante e colunista, aproveito para reforçar algo que considero essencial para o melhor entendimento do ser humano: "a palavra". O uso dela é eterno e quando bem aplicada torna-se o melhor remédio para qualquer mal, com ela é possivel enfrentar qualquer adversidade. Seja ela dita, escrita ou pensada, é uma arma que eu, pessoalmente, não quereria perder por nada.
A minha gratidão ao Jornal Rostos pela aposta na minha escrita é, tal como a "palavra", eterna e muito dificilmente se desvanecerá.

Diogo Coelho

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