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Colunistas

No fragor da vagaPor Carlos Alberto Correia
Barreiro

É voz de esperança e desabafo. É o amigo a oferecer-nos guarida na noite incerta da comunicação. É a independência e o orgulho de dizer em cada momento: - estou aqui! Contem comigo!

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No fragor da vaga Por Carlos Alberto Correia Barreiro

Por Jornal Rostos

Já lá vão uma dúzia de anos a dar voz a quanto acontece ou se deseja nesta terra que confronta a dificuldade dos tempos. Como ela o Rostos On-line faz frente às vagas, pulsa no arfar dos seus dias, mas não cede nos objetivos a que se comprometeu. Voz que se faz ouvir acima dos rugidos cavernosos de tempestades várias, arrostando com galhardia o quebrar de marés, mantém aceso o facho da pluralidade requerida. Ser-lhe-ia mais simples deixar-se levar no canto de sereias, soprando-lhes ao ouvido o quanto estão dispostos a pagar pela quebra da sua independência. Mas não escolheu o caminho fácil. Talvez por isso possa convocar o desagrado de algumas gentes mais inclinadas a criticar que a compreender. É sina de quem se quer independente e não aceita recados ou pressões. Liberdade é o seu nome. Direito à palavra seja ela qual for é a posição que pretende. Por isso paga os preços exigidos. Não é caminho fácil. Roça espinhos, evita emboscadas, mas sobrevive! É voz de esperança e desabafo. É o amigo a oferecer-nos guarida na noite incerta da comunicação. É a independência e o orgulho de dizer em cada momento: - estou aqui! Contem comigo!

Por tudo isto sinto-me privilegiado por fazer parte dos seus colunistas e contraio indelevelmente o dever de anunciar e denunciar aquilo que a razão me dita. Enquanto o Rostos resistir eu resistirei com ele. Parabéns Rostos, parabéns Sousa Pereira, parabéns colaboradores. Nestes tempos de escuridão lutemos para continuar a brilhar este farol de inteligência, perceção e afeto. Como diria Pessoa: “É a hora!”

Carlos Alberto Correia

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