Porque vale a pena votar CDUPor Nuno Cavaco

Por Jornal Rostos
O Voto na CDU é o voto no caminho certo e seguro. Vale para eleger deputados vinculados à defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, para dar mais força e vigor ao projecto de mudança, de ruptura com esta política praticada alternadamente por PS e PSD, com ou sem CDS-PP, por uma política alternativa e verdadeiramente de esquerda.
Vale para dar mais força e mais eficácia às lutas futuras em defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do país, porque este é o voto que não trai e é o voto de apoio à luta do nosso povo, o voto na esperança para uma vida melhor.
O voto nas eleições legislativas serve para eleger a nossa Assembleia da República e não apenas, como alguns afirmam, para eleger um primeiro-ministro. O voto nas eleições legislativas é de vital importância e por isso deve ser dado em consciência. E é em consciência que a CDU se apresenta, com trabalho realizado e sempre ao lado dos trabalhadores e das populações, com um projecto de desenvolvimento para o país assente na valorização do trabalho e do aparelho produtivo, na defesa dos interesses dos trabalhadores, populações e das pequenas e médias empresas, na defesa e valorização do serviço público, da Escola Pública, Serviço Nacional de Saúde, da defesa e valorização do Poder Local Democrático, do Movimento Associativo Popular. Quem em nós deposita o voto não se sentirá enganado. Estamos cá para cumprir o prometido. Estamos cá sempre ao lado dos trabalhadores e das populações e prova disso é o nosso trabalho com 294 projectos de lei, 186 projectos de resolução, 80 apreciações parlamentares, mais de 4500 perguntas e requerimentos ao governos, inúmeras propostas de alterações de orçamento de estado, dezenas de jornadas parlamentares dando respostas às muitas solicitações das populações e dos trabalhadores.
No nosso concelho e em plena crise, assistimos ao governo do partido socialista a diminuir o investimento público previsto no Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) para o Concelho da Moita. Ao contrário do que afirma o governo e o partido socialista, sobre a necessidade de investimento público, o governo para o nosso concelho, e rejeitando propostas do PCP, não investe. Já sabíamos que o governo considerava a margem sul do Tejo um deserto, um sítio onde jamais se deveria instalar um aeroporto, mas em alturas de crise profunda e depois de considerar que o investimento público é fundamental, retirar do PIDDAC 89,1% das verbas para o concelho da Moita é ignorar a sua população. A título de exemplo, o mesmo governo que é muito rápido a socorrer a banca e os grandes grupos financeiros, votou contra a construção do novo quartel da GNR na Moita e da nova esquadra na PSP na Baixa da Banheira em terreno já cedido pela Câmara Municipal da Moita; votou contra a construção de Pavilhões Gimno-Desportivos da Escola Secundária da Baixa da Banheira e da Escola Básica 2.3 Fragata do Tejo; votou contra o apoio à recuperação da Capela seiscentista da Misericórdia de Alhos Vedros; votou contra a construção das novas instalações da Unidade de Saúde Familiar da Baixa da Banheira em terreno já cedido pelo município da Moita; votou contra a requalificação e reapetrechamento do posto de Saúde de Alhos Vedros; votou contra a concessão de apoios à construção do Piscina Municipal da Moita e de apoios à Construção do Parque Desportivo União Desportiva e Cultural Banheirense, e ao Complexo Desportivo do Clube Recreio e Instrução de Alhos Vedros, e à sede da Associação Amizade Arroteense de Alhos Vedros; votou contra a instalação de uma repartição/delegação de finanças na Baixa da Banheira. Estas votações, contrárias ao interesse da populaça, mereceram também o voto contra de PSD e CDS-PP, que partilham da mesma opinião. Em época de asfixia democrática o governo com PSD e CDS-PP fazem uma asfixia financeira ao nosso concelho. No dia 27 de Setembro, ao votar, deve lembrar-se de tudo isto.
Nuno Cavaco
Membro da DORS do PCP













