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Perspectivas

Barreiro - Manuel Pereira, Presidente da Direcção do 31 de Janeiro «Os Celtas»«As colectividades são pequenas empresas»

Manuel Pereira, Presidente da Direcção do Clube Dramático de Instrução e Recreio 31 de Janeiro «Os Celtas», no decorrer da sessão solene evocativa do 83º aniversário do clube salientou que – “não é fácil estar à frente de uma colectividade nos tempos de hoje”, por tudo que é exigido em termos de “gestão”.

Sofia Martins, Vice presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu que quer o – “31 de Janeiro, quer as colectividades do concelho têm um papel fundamental, são uma expressão viva do concelho, um pilar de apoio à comunidade que não é substituível”.

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Barreiro - Manuel Pereira, Presidente da Direcção do 31 de Janeiro «Os Celtas» «As colectividades são pequenas empresas»

Por Jornal Rostos

O Clube Dramático de Instrução e Recreio 31 de Janeiro «Os Celtas», no concelho do Barreiro, promoveu a Sessão Solene evocativa do 83º aniversário.
Numa sala repleta de associados, atletas, familiares e dirigentes de associações foi vivido um momento que, como referiu, Emilia Diogo, Vice Presidente da Mesa da Assembleia Geral – “esta sala cheia revela que o CDR é uma grande família”.
A dirigente recordou que o clube foi fundado há 83 anos “por um grupo de amigos que pretendia criar um espaço de lazer e convívio, um ponto de encontro”.
Sublinhou que nos dia de hoje são muitas – “crianças, jovens e seniores que praticam desporto e participam nas actividades do clube”.

As colectividades são pequenas empresas

Manuel Pereira, Presidente da Direcção, salientou que – “não é fácil estar à frente de uma colectividade nos tempos de hoje”, por tudo que é exigido em termos de “gestão”.
“As colectividades são pequenas empresas”, disse.
O presidente da Direcção salientou que – “uma Colectividade é feita de sócios e para os sócios e também com os sócios”.
“Temos que continuar a dignificar a palavra associativismo”, afirmou Manuel Pereira.

Um ponto de encontro para animar a vida das colectividades

Rui Calvet, da Associação de Colectividades do Barreiro, referiu que a associação mantém ao serviço das colectividades um «Gabinete de Contabilidade» e em breve vai abrir um «Gabinete Juridico».
Salientou que – “os sócios ~são o pilar das colectividades”, acrescentando a importância das sessões solenes evocativas dos aniversários das colectividades como – “um ponto de encontro para animar a vida das colectividades” e que todos nelas deviam participar quer associados, quer a presença de outras colectividades.

Pelo desporto e pela cultura ao serviço de muita gente

Cláudia Antunes, da União de Freguesias do Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena, começou por sublinhar o trabalho realizado na freguesia pelas diversas associações – “que também esta associação faz, pelo desporto e pela cultura ao serviço de muita gente”.
“Esse é um trabalho de muito valor que as pessoas por vezes não reconhecem”, sublinhou.
A autarca sublinhou que o clube «Os Celtas», manifestou “sempre disponibilidade para colaborar com a União de Freguesias”, acrescentando que – “as colectividades são essências para realizarmos o nosso trabalho”.
“Podem sempre contar com a União de Freguesias”, disse.

Movimento Associativo é uma das forças mais importantes da nossa terra

Sofia Martins, Vice presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu – “sinto-me sempre muito bem nestas casas, porque o Movimento Associativo é uma das forças mais importantes da nossa terra”.
“Esta sala está cheia, cheia de gente bem disposta. Nem sempre encontro, noutras sessões, a mesma participação”, disse.
“O 31 de Janeiro é um exemplo para o concelho e para o país”, sublinhou a autarca, acrescentando que – “nestes 83 anos mantém esta casa viva, cheia de actividades e com jovens” .
Sofia Martins, referiu que quer o – “31 de Janeiro, quer as colectividades do concelho têm um papel fundamental, são uma expressão viva do concelho, um pilar de apoio à comunidade que não é substituível”.
Recordou que nos temos actuais – “há muitas dificuldades”, mas essas não impendem que se mantenha –“esta chama viva”.

Não me digam que o associativismo está em crise
No decorrer da sessão foram homenageados atletas e entregues emblemas a associados que completaram 25 e 50 anos de vida associativa.
Marcaram presença dirigentes de diversas colectividades do concelho que saudaram o clube e entregaram lembranças.
No final da sessão, Manuel Pereira, Presidente da Direcção, avaliando os vários momentos que marcaram a sessão solene, disse: “Não me digam que o associativismo está em crise”.

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