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Inferências

Amnistia Internacional PortugalDois Minutos para os Direitos Humanos

A Amnistia Internacional está profundamente preocupada por ver, mais uma vez, o Estado português responder com força excessiva a pessoas que se manifestam pacificamente, causando mais feridos em Lisboa e no Porto.

2 min de leitura
Amnistia Internacional Portugal Dois Minutos para os Direitos Humanos

Por Jornal Rostos

UCRÂNIA

O aumento dos ataques direcionados da Rússia às infraestruturas energéticas e de aquecimento da Ucrânia corre o risco de criar uma nova catástrofe humanitária para os civis às portas do inverno, alertou a Amnistia Internacional. O número de mortos entre a população civil durante a invasão ilegal em grande escala da Rússia aumentou significativamente nos últimos meses. Prevê-se que outubro de 2026 tenha sido um dos períodos mais mortíferos para os civis dos últimos anos.


CAMBOJA

As empresas de segurança privada cambojanas ligadas às forças armadas, à polícia e a poderosas redes empresariais do país ajudaram a sustentar uma indústria de esquemas fraudulentos assente no tráfico de pessoas, no trabalho forçado, na tortura e na escravatura, afirmou a Amnistia Internacional num novo relatório. Foram identificadas cinco empresas de segurança privada no Camboja onde os guardas cometeram ou facilitaram abusos.


AÇORES

Diversos caças e aviões reabastecedores terão utilizado a Base das Lajes, nos Açores, desde 22 de outubro. Esta movimentação ocorre numa altura em que o presidente norte-americano Donald Trump ameaça voltar a atacar o Irão e lançar uma nova “pequena Fúria Épica”, em alusão à operação que lançou a 28 de fevereiro contra aquele país do Médio Oriente. A petição da Amnistia Internacional para restrição da Base das Lajes já tem mais de 6000 assinaturas.


SUDÃO

Os civis em El Fasher, no Sudão, continuam a sofrer detenções, tortura e acesso limitado à ajuda humanitária, um ano após as Forças de Apoio Rápido terem capturado a cidade e cometido atrocidades contra civis. Novos testemunhos – residentes que escaparam recentemente da cidade – relataram como as escolas foram transformadas em centros de detenção, como a sua circulação era rigorosamente controlada e as execuções ilegais generalizadas.


PORTUGAL

A polícia carregou novamente sobre manifestantes pacíficos, em Lisboa e no Porto. Voltámos a assistir ao uso excessivo e desproporcionado da força por parte das forças policiais. A Amnistia Internacional está profundamente preocupada por ver, mais uma vez, o Estado português responder com força excessiva a pessoas que se manifestam pacificamente, causando mais feridos em Lisboa e no Porto. O Governo deve assegurar que o direito de manifestação é protegido

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