Escola Superior de Saúde de Setúbal celebra 26 anosAssume uma importância significativa para Setúbal e para toda a região
A Escola Superior de Saúde da Universidade Politécnica de Setúbal, que a vice-presidente da Câmara Municipal, Maria do Carmo Tiago, considera um ativo estratégico para a cidade e região, assinalou esta tarde 26 anos de existência.

Por Jornal Rostos
“Num tempo em que os desafios colocados aos sistemas de saúde são cada vez mais complexos, precisamos de instituições capazes de formar profissionais competentes e preparados para responder às necessidades das pessoas”, afirmou a autarca na sessão realizada no Auditório Nobre da Universidade Politécnica de Setúbal.
A vice-presidente Maria do Carmo Tiago falou na importância de formar e ter profissionais que aliem o rigor científico à sensibilidade humana, à competência técnica e à capacidade de escuta, assim como o conhecimento ao compromisso com o bem-comum.
“É neste cruzamento entre formação, conhecimento e responsabilidade social que a Escola Superior de Saúde da Universidade Politécnica de Setúbal assume uma importância significativa para Setúbal e para toda a região”, sublinhou.
A autarca frisou a necessidade de fomentar e reforçar a ligação entre a universidade e a cidade, o que “se constrói através de iniciativa concretas, capazes de responder aos desafios e às necessidades do território”, até porque, vincou, “investir no ensino superior é investir no futuro de Setúbal, na formação da saúde, na qualidade de vida e na dignidade das pessoas”.
A cerimónia desta tarde, que assinalou o 26.º aniversário da Escola Superior de Saúde da Universidade Politécnica de Setúbal, contou ainda com um momento de entrega de cartas de curso a diplomados, distinções de reconhecimento de mérito e homenagens a docentes aposentados.
A reitora da Universidade Politécnica de Setúbal, Ângela Lemos, falou num momento de celebração, lançando aos jovens diplomados o repto de manterem uma aprendizagem constante.
“Espero que algumas das coisas que aqui aprenderam não estejam totalmente corretas. Questionem e desenvolvam. É assim que o conhecimento e a ciência avançam. Ser um bom profissional não significa ter todas as respostas. Significa, também, procurá-las.”
Ângela Lemos, ao exaltar a necessidade de haver uma maior dimensão humana nos cuidados de saúde, desafio que lançou também aos mais recentes diplomados, pediu-lhes que levem a instituição de ensino ao longo das carreiras. “Sejam embaixadores da Escola Superior de Saúde da Universidade Politécnica de Setúbal.”
Já a diretora da Escola Superior de Saúde, Madalena da Silva, falou num momento de celebração de diferentes percursos de aprendizagem, entre reconhecimentos de mérito de qualificação, doutorados, especialistas e jovens diplomados em licenciaturas.
“Representa anos de estudo, de desafios e de resiliência. O diploma não deve ser um ponto de chegada. Antes, deve ser um ponto de partida, até porque as profissões na área da saúde vão desafiar-vos todos os dias."
Durante a manhã, realizou-se a conferência “Fazer Nascer uma Unidade de Investigação”, por Maria Guarino, diretora e coordenadora do ciTechCare–Centro de Inovação em Tecnologias e Cuidados de Saúde da Universidade de Leiria e Oeste, e houve uma atuação dos SemperT’unos, tuna mista académica da Escola Superior de Saúde.
A Escola Superior de Saúde da Universidade Politécnica de Setúbal, que desde a criação já formou mais de oito mil diplomados, tem atualmente quatro cursos de licenciatura – Enfermagem, Fisioterapia, Terapia da Fala e Bioinformática –, a que se juntam diversas pós-graduações e cursos breves.
Esta instituição de ensino superior dispõe ainda, entre outras formações, de cinco mestrados, em Prática Avançada de Fisioterapia em Neurologia, em Terapia da Fala, em Fisioterapia no Desporto, em Enfermagem, em Fisioterapia em Condições Músculo-Esqueléticas e em Engenharia Biomédica.
Fonte - CMS













